Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2012
Quer resultados? Aposte nas Explicações de Matemática em Lisboa da Matematica Sem Limites!!!
ANÁLISE I
ANÁLISE II
ANÁLISE III
ANÁLISE IV
ANÁLISE COMPLEXA
EQUAÇÕES DIFERENCIAIS
ANÁLISE COMPLEXA E EQUAÇÕES DIFERENCIAIS (ACED)
MATEMÁTICA I
MATEMÁTICA II
MATEMÁTICA III
MATEMÁTICA APLICADA ÀS TELECOMUNICAÇÕES
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III
ÁLGEBRA LINEAR
ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA
... entre outras.
As explicações são dadas em local central com bons acessos, em Lisboa.
Bons resultados obtêm-se com prática constante. Nao espere que seja tarde demais. Invista no seu futuro.
Sexta-feira, 14 de Outubro de 2011
Ferramenta online para Cálculo
Click em: http://www.wolframalpha.com/examples/ e veja os exemplos dos recursos do Wolfram Alpha. No caso da Matemática abordam-se matérias dos campos da: Matemática Elementar, Álgebra, Cálculo e Análises, Geometria, Teoria dos Números, Matemática Discreta, Matemática Aplicada, Matemática de Funções, Matemática Avançada, entre outras.
Quarta-feira, 21 de Setembro de 2011
Emprego científico e tecnológico
Note que o motor de pesquisa "Monster" é mais generalista e divulga ofertas de emprego que vão para além do âmbito das de investigação e desenvolvimento.
Quinta-feira, 17 de Fevereiro de 2011
Explicações individuais ou em grupo?
Numa explicação individual, é óbvio que a atenção do explicador é dirigida única e exclusivamente para o aluno durante todo o tempo. No entanto, a explicação em grupo pode oferecer algumas vantagens. Há alunos que gostam de estar integrados no seu grupo de amigos, partilhando o mesmo plano de estudos e dúvidas, porque assim sentem-se mais motivados e aprendem melhor. O processo de aprendizagem desses alunos é naturalmente estimulado pela atmosfera que se cria no grupo, e pelo sentimento de camaradagem e entreajuda que se estabelece entre eles. Desta forma os alunos motivam-se e empenham-se, conseguindo alcançar rendimentos de trabalho superiores. Em alguns casos, desenvolve-se inclusivamente uma competição saudável e amigável entre os membros do grupo de forma a descobrirem quem domina melhor a matéria. Esta atitude, estende-se muitas vezes para além do tempo de explicação, e o grupo continua a trabalhar em conjunto nos tempos livres, p.ex. na universidade.
Outra vantagem das explicações em grupo é a de qualquer aluno do grupo poder beneficiar da resposta a uma dúvida exposta por um colega, a qual poderia não lhe ter ocorrido se estivesse sozinho. Por fim, é importante lembrar que o factor monetário pode ser decisivo na escolha de explicação individual ou em grupo. É evidente que uma explicação individual é mais cara do que uma explicação em grupo. Por isso, é aconselhável que cada aluno pondere os pós e contras dos dois tipos de explicação e se decida por aquele que melhor se adeqúe à sua personalidade e objectivos enquanto aluno.
O importante é desmistificar a ideia de que alguns alunos são necessariamente negligenciados em explicações de grupo. A verdade é que isto não acontece se o grupo for pequeno (2-3 pessoas), se todos os alunos forem da mesma universidade, do mesmo curso, e portanto, se estiverem todos a aprender a mesma matéria. Estas condições são integralmente respeitadas nas explicações de Matemática Sem Limites.
Segunda-feira, 13 de Setembro de 2010
Matemática B ou Matemática A - Eis a questão
O objectivo principal dos alunos que escolhem Cursos Tecnológicos é adquirirem rapidamente as competências básicas para o desempenho de uma profissão e iniciar a sua actividade profissional. Não obstante, os alunos que escolheram um Curso Tecnológico têm ainda a possibilidade de enveredar pelo ensino universitário. Neste caso, chegados à universidade terão de fazer um esforço adicional para fazer as cadeiras, ao contrário dos colegas que findo o ensino básico escolheram os Cursos Gerais. Isto porque nos primeiros anos da universidade os cursos têm cadeiras de matemática que pressupõem muito mais conhecimentos do que aqueles que são transmitidos na Matemática B.
É desejável, para não dizer imperativo, que os alunos que prosseguem estudos na universidade escolham Cursos Gerais onde se lecciona Matemática A, muito mais adequada ao plano curricular futuro que encontrarão na universidade.
Apesar de óbvio, alerto para este problema porque há muitos alunos a escolher Cursos Tecnológicos com matemática B com o objectivo de obter boas notas e portanto facilitar o ingresso no ensino superior. Esquecem-se no entanto das dificuldades acrescidas que encontrarão mais tarde – constatei frequentemente que estes alunos têm imensas dificuldades em obter aprovação nos exames de matemática nos seus primeiros anos. Na minha opinião, deveria haver uma maior informação dos alunos pelas escolas secundárias antes da selecção dos cursos.
À primeira vista pode pensar-se que o importante é ingressar na faculdade e que mais ano menos ano os alunos acabam por fazer as ditas cadeiras e que portanto é um problema que se resolve. No entanto, é importante não esquecer que em alguns casos as consequências do insucesso universitário provocam em alguns alunos inúmeros problemas de auto-estima e insatisfação que os fazem desistir ou mudar de curso. Assim, considero profundamente errado dizer-se aos alunos que os conteúdos de Matemática A ou Matemática B são os mesmos, uma vez que independentemente da escolha podem ir para a universidade. É evidente que alunos de matemática B não são casos perdidos, e é possível continuarem com sucesso os seus cursos mas mais uma vez sublinho que vão ter de trabalhar muito mais para obterem aprovação nas cadeiras.
Terça-feira, 9 de Março de 2010
Experiência Piloto – “ResolveOnline”
Para participar no projecto o aluno tem apenas de enviar um email para matematica.semlimites@gmail.com, anexando para o efeito o enunciado dos exercícios e indicando nome, morada, telefone e universidade que frequenta. Depois, aguarda resposta com a seguinte informação: tempo de espera pela resolução e preço. Este varia em função da complexidade e quantidade dos exercícios. Após a aceitação do aluno da duração e preço do serviço, o pagamento é realizado por multibanco e em duas fases: (1) sinalização de 50% do preço no acto de aceitação e (2) pagamento do remanescente no acto de envio dos exercícios. O recibo comprovativo de pagamento, realizado a título de explicação, é apenas emitido depois do serviço ter sido pago na totalidade. Conforme informação da DGCI, o recibo pode ser incluído no IRS do aluno ou encarregado de educação.
Fica estabelecido o direito de o aluno solicitar uma explicação adicional por telefone (gratuita) ou presencial (acresce de taxa adicional de 10 euros), caso este não compreenda a resolução dos exercícios.
Sexta-feira, 2 de Outubro de 2009
Porque ensino?
Os resultados do meu trabalho fazem-se por quem me procura, e por isso, é com grande prazer que divulgo a lista de institutos e universidades que formam os alunos que ano após ano me tem procurado. É muito gratificante contribuir para o sucesso dos meus alunos e aprender com eles. Que não haja dúvidas, a partilha de saber é bidireccional!
Tenho tambem excelentes referencias de alunos que estudaram (ou estudam) nestas universidades que posso partilhar.
IST
Instituto Superior Técnico
http://www.ist.utl.pt/
ISEL
Instituto Superior de Engenharia de Lisboa
http://www.isel.pt/
ISEG
Instituto Superior de Economia e Gestão
https://aquila.iseg.utl.pt/aquila/instituicao/ISEG
FCT – UNL
Faculdade de Ciências da Universidade Nova de Lisboa
http://www.fct.unl.pt/
FCUL
Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
http://www.fc.ul.pt/
ISCAL
Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa
http://www.iscal.ipl.pt/
IPS
Instituto Politécnico de Setúbal
http://www.ips.pt/ips_si/web_page.inicial
FE/UNL
Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa - UNL
http://www.fe.unl.pt/
IPT
Instituto Politécnico de Tomar
http://portal.ipt.pt/portal
Tomar
Instituto Politécnico de Leiria
http://www.ipleiria.pt/
UN Minho
Universidade do Minho
http://www.uminho.pt/
Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009
A forma como estuda todos os dias...
Alguns alunos tem mais dificuldade em se auto disciplinar neste sentido, contudo depressa percebem que esta é a forma mais rápida de obterem bons resultados, e tendem mesmo a adoptarem essa postura durante toda a vida, nomeadamente na sua carreira profissional.
Definir prioridades é importante; quer a nível pessoal, quer a nível académico. O que significa que cada aluno deve estabelecer as suas próprias metas e estar psicologicamente preparado para enfrentar as adversidades inerentes a qualquer processo de aprendizagem. Neste sentido, o contexto familiar do aluno é preponderante. É este que em grande parte determina a estabilidade emocional, motivação e confiança do aluno. É certo que uma conjuntura económica familiar favorável ao aluno pode ajudar em muitos sentidos mas não é imprescindível. Mais importante do que subsidiar os estudos de um aluno é motiva-lo e faze-lo acreditar nas suas capacidades.
Fragilidades todos os alunos tem, maioritariamente fruto do défice do conhecimentos relativos a matérias de anos anteriores, para o qual como bem sabemos, muitos factores externos podem contribuir… No entanto, importa aprender com os erros, identificando as causas e procurando soluções sem que o dedo acusador esteja apontado para o aluno. Essa atitude só o fará sentir pior. Em vez disso, é importante proporcionar-lhe condições que beneficiem o seu estudo em casa. Tais condições em quase nada dependem do montante que cada encarregado de educação disponibilizou para o aluno.
Exemplos são:
- assegurar que o aluno dispõe de um espaço silencioso e com boa luminosidade em casa;
- evitar sobrecarregar o aluno com tarefas, responsabilidades ou outras actividades extra curriculares em períodos de testes ou exames; bem como
- minimizar reuniões familiares ou outras actividades durante os horários de estudo do aluno para que este se mantenha focado nos seus objectivos.
É ainda de extrema importância conversar frequentemente com o aluno sobre os seus sucessos e insucessos académicos, ao invés de perguntar, no final de cada semestre quantas cadeiras fez. Evidentemente que o aluno por seu lado também se deve esforçar de forma a encontrar um bom equilíbrio entre diversão e estudo. E foi neste domínio que se referiu ser importante definir prioridades a nível pessoal.
Planeamento e organização são fundamentais. Alunos lutadores e vencedores são aqueles que sabem estimar atempadamente o tempo que precisam de estudar para cada cadeira de forma a obter aprovação. Estudando todas as disciplinas com regularidade ao longo do semestre ajuda depois, a espaçar convenientemente os exames.
Os horários de estudo devem, sempre que possível, contemplar as horas de maior produtividade do aluno e não se devem sobrepor aos períodos de aulas. É primordial frequentar todas as aulas teóricas e práticas. As primeiras, porque permitem, pelo menos, saber que matérias estão a ser leccionadas e quais as mais relevantes para exame. Em geral, os professores dão várias dicas úteis ao longo de todo o semestre. E as segundas, porque permitem ao aluno esclarecer dúvidas que tenham surgido durante a tentativa de resolução de exercícios antes e durante a aula prática.
Só com uma atitude proactiva é possível aprender de forma inteligente, isto é com menos esforço!É aconselhável que depois de estudar, cada aluno reúna regularmente com colegas, igualmente interessados, de forma a partilhar conhecimentos e esclarecer dúvidas preliminares. As dúvidas comuns devem ser postas ao regente da cadeira. É capital que a relação entre professor e aluno não seja distante, como muitas vezes acontece na maioria das universidades. E, na maioria das vezes, por falta de iniciativa do aluno. De facto, procurar o regente da cadeira acompanhado de um ou dois colegas, depois de ter tentado resolver os exercícios, pode ser uma boa solução para esbater esse distanciamento, tantas vezes artificial.
No proximo artigo apresentarei outras praticas que considero importantes em qualquer metodologia de estudo.
Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008
Ter ou nao ter explicações, eis a questão
A sociedade portuguesa encara frequentemente a necessidade de explicações como um sinal de fraqueza. Este sinal de fraqueza por vezes e' atribuído ao aluno, ao sistema de educação ou mesmo aos pais do aluno.
As explicações em ciências quantitativas como a Matemática e a Física são especialmente procuradas dado precisarem de uma pratica e acompanhamento constante para se atingirem bons resultados.
De facto, esta visão de que as explicações são um sinal de fraqueza ou incapacidade do aluno e' algo que pura e simplesmente não existe na maioria dos países da Europa Ocidental ou mesmo na América do Norte. Por exemplo, no Reino Unido e Estados Unidos da América, países que tenho conhecimento dada a minha experiência profissional, a sociedade vê as explicações de matemática, física ou qualquer outra disciplina de uma forma completamente diferente da Portuguesa.
As explicações são encaradas como essenciais para se atingirem as notas de top que são necessárias para se obter uma colocação numa universidade prestigiada ou para se obterem as médias de curso que garantem entrevistas nas melhores empresas com reputação mundial.
A sociedade portuguesa está lentamente a acordar para esta realidade. Em Lisboa, muitos dos meus alunos atingiram essas médias que somente uma elite priveligiada atinge. Alguns desses alunos acabaram por brilhar, obter diplomas de mérito, e foram convidados para entrevistas em empresas de dimensão mundial. Alguns encontram-se hoje lançados em Portugal e especialmente no estrangeiro com cargos de relevo nestas organizações!
As explicações são sem duvida alguma uma ferramenta essencial para quem quer atingir uma posição de relevo numa grande empresa e ter um futuro brilhante, acredite, tenho vários exemplos e referencias que posso partilhar.